Havan apóia inclusão de deficientes físicos
A rede de lojas Havan, utilizando-se do Fundesporte, destinou mais R$ 20 mil ao projeto dos paraatletas da Associação de Apoio às Famílias de Deficientes Físicos (Afadefi), de Balneário Camboriú. Até o final do ano a rede deve investir ao todo R$ 50 mil na Associação, por meio de renúncia fiscal. Os paraatletas participam de competições de basquete em cadeiras de rodas, atletismo e natação, em todo o Brasil.
O diretor de esportes da Afadefi, Marcos Miranda, conta que a verba é direcionada para a compra de equipamentos e pagamento de despesas nas competições. Em 2007, a Havan destinou R$ 80 mil para o mesmo projeto. O valor resultou na compra de 12 cadeiras adaptadas para a prática de basquete, duas cadeiras próprias para jogar tênis, três cadeiras para corrida, além de equipamentos como dardo, peso, disco, bolas de basquete, uniformes e transporte. Foram ainda contratados professores e técnicos e viabilizadas bolsas de estudos aos atletas.
Os 17 atletas da Afadefi participam de diversas competições nacionais e estaduais como o Circuito Brasil Paraolímpico, Campeonato Catarinense de basquete em cadeiras de rodas e Parajasc (Jogos Paradesportivos de Santa Catarina).
O presidente da Afadefi, Atalizio Vacari, conta que a Associação tem vários paraatletas recordistas e campeões mundiais. Recentemente, Anselmo Alves, 30 anos, voltou de um campeonato mundial, que aconteceu na Alemanha, com duas medalhas de ouro e uma de bronze. Outro paraatleta, Valdecir Matias, 39 anos, é recordista no lançamento de dardos. "Esses resultados são suficientes para expressar o quanto o apoio da Havan é importante ao sucesso dos nossos paraatletas", enfatiza Vacari.
Afadefi
A Afadefi existe há quatro anos e possui 337 associados com algum tipo deficiência física cadastrados. A Associação busca a inclusão e oferece atendimento com psicólogos, fisioterapeutas, assessoria jurídica, orientação na obtenção de passe livre, entre outros serviços gratuitos, além do apoio na prática de esportes. "O esporte é uma vitrine para a associação. Além de ser uma forma de inserir o deficiente físico na sociedade, melhora sua auto-estima", reforça Miranda.



